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Vitrogen aumenta garantia de bons resultados
com novidades no congelamento de embriões


A possibilidade de congelar (vitrificar) os embriões produzidos por Fecundação in vitro é a mais recente novidade quando o assunto é biotecnologia da reprodução animal. Pioneira nesse segmento, a Vitrogen sai na frente e alcança excelentes resultados com a vitrificação de embriões utilizando, não só a mais moderna tecnologia de congelamento, mas também um meio de cultivo especial, que aumenta os resultados de prenhez no descongelamento.

O presidente da empresa, o médico-veterinário André Dayan, afirma que os recentes procedimentos de congelamento realizados em conjunto com a Achilles Genetics apresentaram resultados de gestação acima de 40%. “Nosso departamento de pesquisa já vem aprimorando a qualidade dos embriões há algum tempo. Fomos pioneiros no nascimento de bezerros a partir da vitrificação há dez anos. Agora, junto com o Marcos Achilles, chegamos a índices de prenhez próximos das médias dos embriões não congelados. Na prática isso significa que o congelamento abre possibilidades de negócios muito rentáveis para produtores que trabalham com todas as raças”, declara.

A vitrificação é um processo de congelamento, onde o embrião é congelado a uma velocidade muito alta, (maior do que -10.000oC por minuto), de forma que não dá tempo para a formação de cristais de gelo, que provocam lesões nas  membranas celulares.

As tecnologias aplicadas pela Vitrogen para produção dos embriões, para o congelamento, e o descongelamento estão de acordo com os padrões de qualidade e controles sanitários discutidos na 36ª Conferência Anual da IETS (Sociedade Internacional de Transferência de Embriões) realizada no mês de janeiro, em Córdoba, a Argentina. “Foi um dos assuntos que abordamos na palestra da Vitrogen. Poderemos importar e exportar a melhor genética zebuína e taurina. O melhoramento genético e a facilidade de comercialização internacional são as principais vantagens que criadores vão obter”, comemora Dayan.

O congelamento dos embriões foi desenvolvido visando negócios internacionais, de intercâmbio de genética ou como garantia de estoque e transporte para os embriões que não podem ser implantados a fresco por falta de receptoras. Pode ser realizado em conjunto com a sexagem de sêmen ou sêmen reverso. “Podemos planejar a aplicação simultânea de diferentes biotecnologias de forma que atenda as necessidades específicas de cada criador, tornando essas técnicas cada vez mais acessíveis”, completa André.

 

 

 

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